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‘As veias abertas da América Latina’ (Eduardo Galeano)

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Considero “As veias abertas da América Latina” (publicado pela primeira vez em 1970) um livro que todo brasileiro deveria ler. A América Latina é apresentada historicamente, por Eduardo Galeano, em sua situação permanente de exploração e submissão. E o mais aterrador: sem essa opressão, Europa e América do Norte não teriam adquirido a força que têm no mundo.

“A engrenagem internacional continua funcionando: os países a serviço das mercadorias, os homens a serviço das coisas.” (Eduardo Galeano)

A necessidade vital dos Estados Unidos por minérios que não possui em quantidade suficiente para alcançar seus objetivos e a incapacidade da América Latina em termos de tecnologia para seu próprio desenvolvimento (ficando, assim, refém das tecnologias estrangeiras), são apenas dois dos muitos pontos tratados por Galeano.

Afirmações e números indigestos não faltam no livro, por exemplo: “1,5 por cento dos proprietários agrícolas latino-americanos possui a metade das terras cultiváveis, e a América Latina gasta anualmente mais de 500 milhões de dólares para comprar no estrangeiro alimentos que facilmente poderia produzir em suas imensas e férteis terras.”

De Montevidéu, Galeano escreveu no prefácio à edição brasileira de 2010 (pela editora L&PM): “O autor lamenta que o livro não tenha perdido a atualidade. A história não quer se repetir – o amanhã não quer ser outro nome do hoje -, mas a obrigamos a se converter em destino fatal quando nos negamos a aprender as lições que ela, senhora de muita paciência, nos ensina dia após dia.”

Quantos não são os problemas que enfrentamos ainda hoje aqui na América Latina? Problemas de diversas ordens, e discursos desconcertantes (tais como, no Brasil, a terrível prática de colocar sobre os ombros já cansados da população – poupança menos rendosa, cargas tributárias elevadas, pouco acesso a bens tecnológicos, o consumidor como suporte de qualquer melhoria que se queira prover como se fosse um “favor”).

Não poderia haver uma fala melhor do que seguinte, a respeito do livro: leia-o.

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“As veias abertas da América Latina” (Eduardo Galeano)

Gustavo D’Andrea

Gustavo D’Andrea é advogado, mestre em Ciências (Psicologia) pela FFCLRP-USP e doutorando em Ciências (Enfermagem Psiquiátrica) pela EERP-USP. Mantém o blog Forense Contemporâneo desde 2005 e criou a Forensepédia.

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