As torres gêmeas

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Acabo de assistir ao filme “As torres gêmeas” (World Trade Center, 2006, dirigido por Oliver Stone, estrelado por Nicolas Cage, Michael Peña, Maggie Gyllenhaal, Maria Bello, Stephen Dorff, Jay Hernandez e Michael Shannon).

Na manhã do dia 11 de setembro de 2001 eu estava voltando da faculdade, ouvindo a rádio CBN como de costume. Como quando fazemos coisas por costume, eu não estava prestando tanta atenção no que estavam falando no rádio, e toda aquela notícia de aviões chocando com prédios demorou um pouco sair da confusão e se organizar em palavras claras para mim.

Quando cheguei em casa, corri para ligar a televisão, onde já estavam noticiando o ataque às torres gêmeas. No dia seguinte, tal foi o tema da aula de Direito Constitucional.

O filme emocionou. Ouvi falar (não as li) de críticas sobre a fidelidade do filme aos fatos e sobre o enfoque dado no enredo. Mas, falando por mim, que acompanhei as notícias daqui do Brasil, posso dizer que foi um filme que passou um sentimento verdadeiro. Não sei o que realmente foi sentido por quem estava lá e pelas famílias das vítimas, mas posso imaginar que não foi fácil.

Sou a favor de um mundo igualitário, onde cada país respeite os outros países em sua individualidade, identidade e potencial. A cidade de Nova York é um pequeno ponto, em comparação com a amplitude do mundo, mas o estrondo da queda das torres gêmeas certamente pôde ser sentido em todas as partes no mundo inteiro.

Enfim, o que quero dizer é: o mundo é feito de diversidade e, dentro desta diversidade, o países devem se esforçar por se ajudar mutuamente, pois cada um tem algo especial para oferecer e, assim, criar juntos um mundo melhor para todos.

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Gustavo D'Andrea é advogado especializado em Direito Digital, mestre em Ciências (Psicologia) pela FFCLRP-USP e doutor em Ciências (Enfermagem Psiquiátrica) pela EERP-USP. Mantém o blog Forense Contemporâneo desde 2005 e criou a Forensepédia.

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