11 Comentários


  1. Gustavo, excelente o artigo!
    Os advogados realmente têm a faca e o queijo na mão para fazer o bom uso das novas tecnologias e o alfabetismo digital é essencial. Agora o esforço deve ser direcionado num sentido que o mundo jurídico compreenda da real dimensão e impacto que as novas tecnologias podem ter sobre a advocacia (e sobre toda a sociedade).
    Grande abraço e boa sorte 😉
    Suzana
    *e obrigada pela “citação”.

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  2. Ruben de Azevedo Quaresma

    Grande Gustavo!
    Este artigo mostra o quanto foi excelente tornar-me seu amigo! Além das tantas vantagens trazidas pela internet esse processo tecnológico nos possibilita a feliz aquisição de amizades distantes – quiçá sem qualquer oportunidade de contato pessoal. Os endereços de “e-mails” e os “fale-conosco” muitas vezes se comportam como forças ocultas de apoio, semelhantemente ao “a força esteja contigo” da “Guerra nas Estrelas”. São ferramentes de apoios efetivos e generosos. Com essa estrutura, nunca estaremos trabalhando a sós.
    Praza aos céus que a Advocacia avance desse mesmo modo. Olhando para o futuro, mas caminhando com passos firmes – porque na companhia de mentes brilhantes e abertas ao progresso tecnológicos. Desse modo, os ácaros e os antigos Vade Mecum estarão à parte dessas vias do progresso. Afinal, temos bem junto a nós o Comandante Jurista GUSTAVO D’ANDREA!
    E vamos em frente. O batalhão-jurista vai aumentando…
    Muito obrigado pela FORÇA.
    Abraços, Ruben Quaresma.

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  3. Meu caro causídico. Acho tudo muito bonito (sim gostei do texto) mas enquanto nossas leis forem do passado pré-colombiano mesozóico o advogado pode ser interdiciplinar, antenado, possuidor de ferramental de ponta e o escambau que sempre, ad eternum, irá se debater na fria teia da injustiça social. Qualquer movimento de avanço social passa necessariamente pelo respeito às leis, e como se sabe isso no Brasil é uma piada de mau-gosto.

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  4. A tecnologia só vem ajudar à todos, advogados ou qualquer profissional liberal. As mudanças estão sentidas agora em pequena escala, os degraus estão sendo construídos e onde vamos parar? Nas nuvens, é claro! Explico, mas é antenado já deve saber.
    Michell Zappa (http://zappa.cc/5×5/5×5.pdf) antecipa as cinco tecnologias que amanhã farão diferenças nos próximos anos. Um dos aspectos mais interessantes é o relacionado aos computadores e como vamos interagir com eles a partir de agora. E é nessa interação que nasce o conceito de computação universal.
    Nela, os computadores como hoje os conhecemos serão quase que invisíveis, pois não estaremos ligados somente via PCs, mas através de uma série de gadgets.
    Você andará pelas ruas conectado com as nuvens. Parece surreal, não? Serão datas centers com enorme capacidade de armazenamento e distribuição de informações via internet, com uso maciço da banda larga, incluindo as novas tecnologias de comunicação sem fio, como o WiMax.
    O “cloud computing”, ocupará o lugar de equipamentos tradicionais, não será necessário instalar softwares, somente ter uma conexão com a internet.
    Leia essa matéria – http://www.technologyreview.com/Infotech/19397/?a=f
    Sim, os cartórios estarão nas nuvens e os advogados estarão organizados em grandes comunidades online ou não, prestando ainda, serviços à sociedade.
    No Brasil, o primeiro passo rumo à escalada, certamente é a inclusão digital.
    Um cidadão comum não pode a via de regra passar por cima dos trâmites legais, seria um retrocesso à idade média, onde cada um fazia valer seus direitos com as próprias mãos.
    Obrigada pela referência!

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  5. Falando em “nas nuvens”, saiu uma reportagem recentemente no Jornal da Globo sobre esse projeto do Google, que pode ser visto no blog Planstation. Repetindo o que comentei por lá, o tema tem tudo a ver com o livro “The Big Switch”, que diz que tudo que existe dentro de um computador deve migrar pra rede.

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  6. José Roberto Ferretti

    Prezado Gustavo,

    Ratifico a necessidade, com exemplo da recente iniciativa do Tribunal Regional Federal da Primeira Região em implantar o seu Diário Eletrônico – e-DJF1, http://www.trf1.gov.br.

    José Roberto Ferretti
    Analista Judiciário
    Divisão de Projetos Organizacionais e Apoio à Gestão – DIGET
    61 3314 5831

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  7. suely barbosa

    E na prática como será o advogado do futuro?
    Não terá um escritório vigiado pela Temis?
    Será um conselheiro de plantão 24 horas on line?
    Queria muito saber como se vê na pratica, no dia a dia tudo isso.

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  8. adriane gigante

    Li a entrevista desse jurista Richard Susskind que indagava sobre O fim dos advogados? E percebo que daquela data para cá, o cenário que ele traçou realmente começa a ganhar traços mais nítidos e ganha cores mais intensas. E olhe que a entrevista tem pouco tempo.
    – Como será daqui 100 anos?

    ” E os ácaros de vade mecum que se cuidem, porque as janelas estão sendo abertas! “

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