Células-tronco embrionárias e vida humana: questão objetiva

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Em adição ao texto “Vida humana, células-tronco e a Lei de Biossegurança“, refiro-me à questão de as células-tronco embrionárias constituírem ou não vida humana, como sendo uma questão objetiva, científica. Não me refiro a dogmas.

Se é demonstrado cientificamente que as células-tronco embrionárias constituem vida humana, a questão não poderia ser tratada se não da forma mais objetiva possível. Se é vida, vida humana, já implica a sua proteção pela Constituição Federal.

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Gustavo D'Andrea é advogado especializado em Direito Digital, mestre em Ciências (Psicologia) pela FFCLRP-USP e doutor em Ciências (Enfermagem Psiquiátrica) pela EERP-USP. Mantém o blog Forense Contemporâneo desde 2005 e criou a Forensepédia.

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