8 Comentários



  1. uau Gustavo! Toda a vez que venho aqui o blog está mais irado!
    Sobre a proibição dos jogos! Acho que está certo, existem alguns que são muito violentos…Te digo a grande maioria! Tento garimpar…antes de comprar jogos para o meu filhote…Mas sério são poucos os que não são violentos! Deveriam proibir todos!
    beijos

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  2. Júlio Bassi

    Ora Leticia, então vamos proibir também, filmes, novelas, livros, revistas e etc. Só porque um produto apresenta violência, não quer dizer que ele seja ruim ou prejudicial as pessoas.

    Para seu filho existem jogos voltado para a idade dele, diferente de Counter Strike que é voltado para pessoas maiores de 18 anos.

    Não enxergeue jogos eletrônicos como produtos voltados somente para crianças, pois esse é um erro enorme. Jogos eletrônico são para todas as pessoas independente da idade.

    Ah, e sobre.. “são poucos que não são violentos”, percebe-se como você nao tme informação sobre o mercado de jogos, o que é natural, uma vez que você não tem obrigação de saber sobre. Mas lhe informo que existem muitos jogos que não apresentam violência e que são ótimos para a familia. Um dos melhores exemplos é o Wii Sport, do console Wii da empresa Nintendo.

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  3. Vale lembrar que o Counter-Strike (CS) não é apenas um jogo, mas um verdadeiro esporte em muitos países (apesar de não considerado modalidade esportiva pelo olímpico internacional, alguns governos como da China, Coréia, Rússia e Suécia já endossaram tal posiçao).

    O CS está para o e-sport como o futebol para o Brasil. É uma espécie de simbiose.

    Milhões de pessoas praticam esse jogo em todos os cantos do mundo. A maioria por pura diversão, mas muitos profissionalmente. Nesse último grupo, destacam-se times de países com os melhores IDH do mundo, como Suécia e Dinamarca. Por lá, a comercialização é totalmente permitida – e olhe que é na Suécia que se encontra a sede do principal observatório das relações entre mídia e infância do mundo, a International Clearinghouse on Children, Youth and Media, criada em 1997 pela Unesco, e que monitora o cumprimento da Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente no que diz respeito aos programas de tevê e, cada vez mais, também à internet e aos jogos eletrônicos.

    Seria cômico, se não fosse trágico, ver que, através de uma análise totalmente superficial, a justiça brasileira acredita ter feito um bem para o país. Aliás, o que caberia ao governo ter feito ele fez: indicar a idade recomendada para prática desse game. Proibições ou censuras, chame como quiser, sempre dão margens à interminável discussão a respeito da ingerência do Estado nas liberdade individuais do cidadão.

    Além disso, questões técnicas demonstram o grau de desinformação daqueles que tomaram essa decisão. O mapa cs_rio, como já manifestado em nota no site da Electronic Arts, distribuidora do jogo no Brasil, sequer foi produzido pela empresa que desenvolveu o jogo. É criação autônoma, distribuída livremente pela internet, e que nunca esteve – nem estará – dentre os mapas disputados em qualquer torneio profissional ao redor do mundo.

    Outra questão é que tal medida não surtirá qualquer efeito prático – ao não ser causar mais prejuízos às empresas que tentam sobreviver neste setor no Brasil, onde já enfrentam a brutal competição do gigantesco mercado de pirataria.

    Mais uma vez demonstramos aos investidores o grau de atraso de nossas instituições (a exemplo do que ocorreu quando, através de uma equivocada decisão, foi determinado que se tirasse do ar o site Youtube, devido ao caso Cicarelli). Em um mundo competitivo como o de hoje, tal medida pode afastar empresas que queiram investir no Brasil, tanto no setor dos jogos eletrônicos quanto no dos esportes eletrônico. E não estamos falando de pouco dinheiro. Só a indústria de jogos eletrônicos faturou, nos EUA, no varejo, em 2007, US$17,9 bilhões (matéria publicada hoje – 19/01 – no jonal O Estado de S. Paulo, caderno de Economia e Negócios, pag. B15).

    Por fim, o argumento de que tais jogos devem ser proibidos por serem nocivos à saúde é hilariante. Se o artigo do Código de Defesa do Consumidor que deu validade a essa decisão tivesse qualquer validade, no mínimo o álcool e o cigarro deveriam ter sido banidos desde do início da vigência desse código.

    Por qualquer anglo que se veja, a medida é um retrocesso. Todavia, serviu, ao menos, para acender um interessante debate.

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  4. Luciano Zelesio Adriano

    Ficarei de olho, estou gostando muito do blog! Vou acabar voltando diariamente.

    Ao autor, favor; Mantenha o público informado! Seu trabalho está sendo muito bom!

    Como já dito, CS não é um simples jogo, é um ES (Esporte Eletronico)
    vejam http://www.esbr.com.br – competições, times, investimentos, e tudo mais! Material esportivo desenvolvido tendo como maior público os atletas virtuais de CS, por exemplo. (vide Razer, seus mouses, seus pads, seus teclado e seus fones, tido como os melhores equipamentod do mundo, para o cyber esporte.)

    Agora, imagina só. Querem coibir a violência. (tá, vou distorcer mesmo) dentro de um esporte (que a muito, não é um simples jogo)
    porque não começar pelo futebol (é, completamente distorcido)

    =/

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  5. Alexandrino

    Caros amigos gostaria de um melhor esclarecimento sobre a proibição do jogo CS, pois tenho uma Lan House, em Recife – Pe e não sei se a proibição é válida só para vendas ou atinge também o acesso através de Lans Houses. Desde já agradeço a quem possa me dá essa luz.

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