2 Comentários


  1. Olá, dr. Gustavo. Eu ainda levanto mais uma questão: a questão de os provedores das empresas brasileiras “aguentarem” o volume de acessos dos anunciantes.
    As empresas além das questões formais que conhecemos, como o dr. citou, como a transparência dos descontos, sendo que cada cada empresa praticouo o que quis, e algumas delas foram para no Procon. Decisão acertadíssima de quem se sentiu lesado! Muitas colocam preços maiores quando anunciam o valor anterior, e colocam o valor real como sendo a promoção. E isso, nós que também somos consumidores podemos verificar nas lojas físicas.
    A questão a que venho me referir mais precisamente neste comentário é quanto à questão da Tecnologia. As empresas que aderiram a esta “Sexta-feira Negra” (mais um fato que nós brasileiros copiamos de outra cultura), não têm, ou não querem pagar pelo volume de acessos a que se comprometeram realziar. Lógico, com efeito nacional, se o provedor não é capacitado para o volume de acessos a que se destina acaba “caindo” e dando a mensagem de erro, ou de acesso negado, ou de página ocupada, etc.
    Resumindo: quem se sentiu lesado deve fazer sua reclamação formal para que essas empresas sejam responsáveis pelas informações geradas em público.
    Abraços.
    Viviane Batuta
    colega advogada

    GD Star Rating
    loading...
    Responder
  2. Gustavo D'Andrea

    Viviane,
    Obrigado pelo comentário. Ótimo que você mencionou a tecnologia. De fato, a questão da tecnologia está cada vez mais presente nas relações de consumo, e muitas vezes não percebemos o quanto a tecnologia influencia no exercício (ou na violação) dos direitos. Precisamos estar sempre atentos a este prisma tecnológico dos direitos.

    GD Star Rating
    loading...
    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *