Reflexão: Não somos peças de uma máquina velha

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Bom dia, é segunda-feira!

Humano que somos, já ficamos desconfiados. Como uma segunda-feira de manhã pode ser boa? Estamos de mau-humor, não queremos conversa. O final de semana passou muito depressa, não foi possível aproveitar e ainda foi preciso colocar em dia algumas pendências do trabalho. Quando poderemos usufruir de um final de semana só para nós mesmos? “Por favor, somente falem comigo o necessário. Se possível, nem falem comigo hoje.” Não temos vontade de dizer isso, às vezes?

Todos gostariam de ter um pouco de compreensão das outras pessoas. Nossos amigos e colegas precisam entender que ainda gostamos deles, mas hoje não estamos podendo dar-lhes atenção. Esforçamo-nos para vencer a inércia, e isso dói muito. Será que eles percebem?

Toda semana prometemos que vamos mudar, mas poucos conseguem. Onde estamos errando? Tudo isso nos faz pensar que não estamos trabalhando o tempo suficiente. Estamos ficando para trás? Não somos bons o suficiente? Teremos que nos esforçar mais do que permite a nossa capacidade?

Não, não pode ser. Quanto mais nos esforçamos, mais longo parece o caminho. Estamos sendo muito duros conosco mesmos, e é assim que permitimos que os outros nos explorem e exijam sempre mais de nós. Nós somos humanos e tempos limites. No trabalho diário não deixamos de ser humanos.

Quando o computador não funciona, batemos nele. Quando a internet não conecta, xingamos. E quando as pessoas é que “travam”? Bateremos ou xingaremos? Não! Por isso, não podemos deixar que nos tratem como peças de uma máquina velha. Hoje estamos de mau-humor. Se temos amigos de verdade, eles compreenderão.

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