Tópicos Forenses #2 – O que precisa melhorar ou mudar nas faculdades de direito brasileiras?

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A pergunta básica deste segundo número do “Tópicos Forenses” é o que está no título: “O que precisa melhorar ou mudar nas faculdades de direito brasileiras?” Entre outras questões, as seguintes poderiam ser tratadas: As faculdades de direito efetivamente preparam os alunos para o mercado de trabalho? Graduação em direito com duração de seis anos: necessidade ou exagero?

Blogueiros que publicarem em seus blogs posts sobre o mencionado tema até o dia 19 de abril de 2010, por favor me avisem (por e-mail ou por comentário a este post) para que eu inclua aqui links para aqueles posts.

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Atualização do post (em 20 de abril de 2010): O segundo número do “Tópicos Forenses” se encerra sem nenhum post publicado sobre o tema “O que precisa melhorar ou mudar nas faculdades de direito brasileiras?”. Mas a este post há um interessante comentário de Natália Batista (do blog Direito Digital e das Telecomunicações). Confira o “Tópicos Forenses #3″, com o tema “O jurista de hoje e as mídias sociais” (ver aqui).

A pergunta básica deste segundo número do “Tópicos Forenses” é o que

está no título: “O que precisa melhorar ou mudar nas faculdades de

direito brasileiras?” Entre outras questões, as seguintes poderiam

ser tratadas: As faculdades de direito efetivamente preparam os

alunos para o mercado de trabalho? Graduação em direito com duração

de seis anos: necessidade ou exagero?

Blogueiros que publicarem em seus blogs posts sobre o mencionado

tema até o dia 19 de abril de 2010, por favor me avisem (por e-mail

ou por comentário a este post) para que eu inclua aqui links para

aqueles posts.

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Gustavo D'Andrea é advogado especializado em Direito Digital, mestre em Ciências (Psicologia) pela FFCLRP-USP e doutor em Ciências (Enfermagem Psiquiátrica) pela EERP-USP. Mantém o blog Forense Contemporâneo desde 2005 e criou a Forensepédia.

1 COMMENT

  1. Existem muitos pontos a serem melhorados nas Faculdades de Direito. Considerando que me formei na Universidade Federal de Uberlândia, em MG, entre as melhores do Estado, é notório como os professores, em sua maioria Advogados, não preparam os alunos para o mercado de trabalho! À época, já percebíamos que eles apenas tinham o interesse em apresentar casos de sucesso patrocinados por eles, mas não apresentavam caminhos para chegar ao objetivo desejado por todos.
    Verificamos que não existe uma relação (uma ponte) entre a teoria e a prática, e por mais que apresentem exemplos de casos para explicar sobre a matéria discutida em aula, não existe uma explicação detalhada sobre os procedimentos.
    Seria muito mais importante para um quase formando saber como se distribui um processo, quais os procedimentos em Secretaria, as prerrogativas de um Advogado, no sentido de não aceitar obstáculos no exercício da Advocacia e o que o estudante pode fazer (sem exagero, mas em defesa de seus direitos).
    Faltam exemplos atuais, estudos e aprimoramentos dos professores de forma mais constante, faltam pesquisas e projetos de extensão de forma mais comprometida. Enfim, falta muito. Se fosse diferente, com certeza a maioria dos estudantes não sairiam da Faculdade com a mesma sensação: “formei, e agora?”, “parece que não aprendemos nada na Faculdade”, “é tudo tão diferente da teoria…”, dentre outros pensamentos. O caminho para a melhoria da educação superior é longo, mas se não começarmos agora, muitas pessoas darão razão ao método de ensino à distância. Afinal, para que serve um professor presente se não existe aprimoramento de estudos e vontade de ser efetivamente professor?
    Apenas para não ser injusta, é importante uma ressalva: os professores mais jovens já estão mudando alguns pontos importantes ao proferirem suas aulas, como por exemplo, incluindo novos métodos, novos casos, chamando a atenção para procedimentos e conhecimento que o aluno só teria acesso após formado. As chamadas “manhas” das profissões.
    Isso já é um bom começo!

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